Gig Economy

Gig Economy

Com a crise do subprime e a evolução tecnológica que reduz o número de trabalhos permanentes em empresas convencionais, os norte-americanos encontraram uma nova forma de trabalhar: procuram cada vez mais empregos de curta ou muito curta duração que lhes permitem conciliar a vida privada e profissional, através de uma gestão pessoal do tempo e do salário.

A este fenómeno chama-se gig economy, um movimento que foi buscar o termo “gig” que se atribuía aos músicos de Jazz que nos anos 20 saltavam de bar em bar nas ruas de Chicago à procura de trabalho.

Esta tendência tem vindo a ganhar importância e um estudo da Intuit, prevê que em 2020, 40% dos trabalhadores americanos serão trabalhadores independentes.

Existem um conjunto de forças por detrás desta tendência:

A ERA DIGITAL, que cria uma força de trabalho crescentemente móvel que pode trabalhar a partir de qualquer lugar e aceitar trabalhos de qualquer lugar do mundo. Por outro lado, os empregadores podem recorrer a uma oferta de competências muito superior, do que aquela que normalmente encontrariam na sua cidade.

A DIGITIZAÇÃO DA ECONOMIA – significa que o número de trabalhos reduz-se à medida que são automatiza-

dos levando as pessoas a mudar mais frequentemente de trabalho. A gig economy, é o corolário deste fenómeno.

Apesar de os profissionais liberais, desde sempre fazerem este tipo de trabalhos, a gig economy, extende-se hoje a um número crescente de actividades e de sectores.

E em Portugal?

No nosso país, existe uma cultura e um enquadramento legal enraizado nos contratos permanentes. Mesmo as gerações mais novas, sonham em obter um. No entanto, o mundo não pára e ou entramos no comboio, ou ficamos para trás.

Recusar a modernização é fazer as nossas empresas menos exíveis que as suas concorrentes estrangeiras e perpetuar- mos um atraso já crónico.

By | 2017-11-29T12:29:12+00:00 November 23rd, 2016|Estilo de vida, Imigração|0 Comments

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Gig Economy

GIG Economy

With the subprime crisis and technological developments that reduce the number of permanent jobs in conventional companies, Americans have found a new way of working: they are looking for more and more jobs of short or very short duration that allows them to harmonize the private and professional life through the management of their time and salary.

This phenomenon is called gig economy. A movement that sought the term ´gig´ that was attributed to jazz musicians who in the 1920s jumped from bar to bar in the streets of Chicago looking for a work.

This trend has gained importance and the Intuit study predicts that by 2020, 40% of American workers will be self-employed.

There are a number of forces behind this trend:

THE DIGITAL ERA creates a mobile workforce that can work from anywhere and accept jobs from any place in the world. On the other hand, employers can call upon much greater range of offer than they would normally find in their city.

DIGITIZING THE ECONOMY – means that the number of jobs is reduced as they are automated and people are forced to change jobs more often. The gig economy is the corollary of this phenomenon.

Although the liberal professions have done this type of work since always the gig economy is expanding to an increasing number of activities and sectors.

And in Portugal?

There is a culture and legal framework rooted in permanent contracts. Even the younger generations dream of getting one. However, the world does not stop and either we get on the train, or we stay behind.

Refusing the modernization is to make our businesses less extensive than their foreign competitors and to perpetuate an already chronic delay.

By | 2017-11-29T12:29:13+00:00 November 23rd, 2016|Immigration, Life style|0 Comments

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