Lisboa – zonas expat 2017-12-06T23:46:28+00:00

Lisboa – conheça as zonas EXPAT e saiba porquê

Zona 1 – Bairro Alto e Rossio

Para quem gosta da atmosfera dos bairros tradicionais.
O Bairro Alto, outrora conhecido como Vila Nova dos Andrades, é uma zona típica de Lisboa de ruas estreitas e empedradas adjacentes às zonas do Carmo e do Chiado, com casas seculares e pequeno comércio tradicional.

Construído mais ou menos em plano octogonal em finais do século XVI, o Bairro Alto é um dos mais pitorescos da cidade. Desde os anos 80 que é a zona mais conhecida da noite lisboeta, com inúmeros bares e restaurantes a par das casas de fado.

Uma zona ideal para quem gosta de vida nocturna e do ambiente dos bairros históricos.

Zona 2 – Alfama e Castelo

Bairro tradicional junto ao castelo de S. Jorge.
Alfama é um bairro histórico de Lisboa, abrangendo as freguesias de São Miguel, Santo Estêvão, São Vicente, Sé e Santiago conhecido internacionalmente pelos seus restaurantes e bares de fado. O seu nome deriva do nome árabe al-hamma (que significa banhos ou fontes).

Este bairro foi outrora o mais agradável da cidade. Para os mouros as ruas estreitas em volta do castelo constituíam toda a cidade. As origens do declínio surgiram na Idade Média, quando os residentes ricos se mudaram para o oeste com receio dos terramotos, deixando o bairro para pescadores e pobres. Os prédios resistiram ao terramoto de 1755.

Zona 3 – Av. da Liberdade

A Avenida foi construída em 1879-82 no estilo dos Campos Elísios em Paris. A grande avenida arborizada tornou-se num centro de cortejos, festividades e manifestações. Inclui um monumento aos que morreram na Primeira Guerra Mundial.

A Avenida ainda conserva a sua elegância, com fontes e esplanadas sob as árvores. Majestosa, com 90 metros de largura e pavimentos decorados com padrões abstractos.

Esta avenida é repleta de hotéis (muitos deles de luxo), lojas e alguns dos melhores cafés, teatros, universidades. Esta é a mais importante avenida de Lisboa e é também o ponto de eleição de escritórios, árvores centenárias e lojas de moda internacional…

Zona 4 – Lapa

Um dos bairros mais requintados de Lisboa.
Nesta freguesia de Lisboa concentram-se grande parte das embaixadas de países estrangeiros existentes em Portugal.

A sua arquitectura clássica tornam esta zona como uma das mais importantes para os amantes de história e de uma vida de bairro.

Sendo uma zona tradicionalmente burguesa encontram-se velhas mansões restauradas que deram origem a apartamentos e vivendas com traços únicos e imensa personalidade. É uma das zonas mais caras da cidade de Lisboa e também uma das mais procuradas pelos expatriados.

A proximidade do colégio Francês torna esta zona a preferida desta comunidade.

Zona 5 – Avenidas Novas

As principais avenidas no centro da cidade
Avenidas Novas é a designação utilizada para o desenvolvimento urbano que fez avançar a cidade para Norte, nos finais do século XIX e primeira metade do século XX.

Surgem novos bairros com imóveis de rendimento, ocupados por uma classe média em expansão. Os novos bairros, de ruas largas, logradouros ajardinados e homogéneos no desenho das fachadas, ficarão conhecidos como o “Estilo Português Suave”.

Zona central, dispondo de todas as estruturas de transporte e de comércio e com fácil acesso à área histórica da cidade. Composta por edifícios restaurados e novos com uma arquitectura adaptada às necessidades das classe média-alta.

Zona 6 – Parque das Nações

O Parque das Nações inclui o local onde foi realizada a Exposição Mundial de 1998. A sua arquitectura contemporânea, os espaços de convívio e todo o projecto de urbanização e requalificação urbana trouxeram nova dinâmica à zona oriental da cidade de Lisboa que, em 1990, ainda era uma zona industrial.

Como exemplos da arquitectura as abóbadas das plataformas da Gare do Oriente, de Santiago Calatrava, impondo a sua linha arquitectónica; o Pavilhão de Portugal, do arquitecto português Álvaro Siza Vieira, que tem por entrada uma imponente pala de betão pré-esforçado, que se baseia na ideia de uma folha de papel pousada em dois tijolos, abrindo o espaço à cidade para albergar os diversos eventos que um espaço desta escala acolhe.