Os desafios de um novo conceito de família

Mobilidade global

Nos últimos 10-15 anos a família tradicional definida como um “marido com uma esposa e filhos” evoluiu para uma interpretação mais vasta que inclue casais do mesmo sexo, lares monoparentais, famílias multi generacionais e casais onde a mulher é o expatriado.

A maioria das empresas da Fortune 500 já adoptou uma definição alargada de família  (cerca de 60% do total) e 90% da lista das Fortune 50 oferece o mesmo sistema de benefícios de saúde para parceiros do mesmo sexo.

Pressionadas pela necessidade de atrair e reter talento num ambiente competitivo – armadas com a crença que organizações mais diversas têm uma melhor performance – muitas empresas globais têm extendido os benefícios e aumentado a flexibilidade laboral para permitir que famílias monoparentais, ou famílias alargadas, possam balancear a dimensão pessoal e de trabalho.

No entanto, este novas famílias levantam sérios riscos quando os gestores são colocados num novo país:

  • Muitos países não reconhecem uniões do mesmo sexo, o que torna a legalização um pesadelo.
  • As crianças adoptadas nem sempre são reconhecidas
  • Levar uma “ama” juntamente com a família é normalmente extremamente complexo
  • As empresas nem sempre apoiam a realocação de familiares do expatriado, o que para além dos custos que acarreta, aumenta imenso os temas burocráticos com que terá de lidar e o stress associado.

Melhores práticas – criar uma política abrangente que contemple estas situações, não só lhe permite reter pessoal essencial para a organização, como evita as decisões ad-hoc que são sempre fonte de injustiças e descontentamento.

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